Que o gaúcho adora fazer churrasco, e se apresenta como especialista no assunto, todos sabemos. Porém, nada melhor do que viver esta realidade para entendê-la em sua essência. Hoje digo ser verdade a qualidade e a expertise deste povo ao fazer um churrasco nos encontros  de fins de semana com amigos. Mas o que me impressiona não é o fato de o gaúcho fazer um ótimo churrasco; o grande diferencial é a paixão desenvolvida pela carne ao longo de sua história, sobretudo a de gado. Parece-me que o gaúcho não faz um churrasco para estar com os amigos; ele chama os amigos para celebrarem o momento que ele fará o churrasco, sendo este o protagonista.

E esta história de amor suplanta-se, pois em algumas ocasiões o churrasco se transforma em um evento, quando o gaúcho faz o Costelão. A costela de boi inteira no espeto cravada diretamente no chão, ou num espaço construído especificamente para este tipo de churrasco, ou numa churrasqueira grande o suficiente para receber a iguaria.


Tenho tido a felicidade de ser convidado para churrascos e costelões maravilhosos, feitos por especialistas, que apresento aos nossos leitores.



Costelão do Moto Grupo Rota 470


Formado por motociclistas das cidades de Bento Gonçalves, Farroupilha, Garibaldi e Carlos Barbosa, o Rota 470, homenagem à rodovia que corta estas cidades, acolheu-me em período de experiência, e os momentos que tenho passado com os amigos, em passeios de moto ou em eventos festivos, são muito bons. O costelão feito por Getúlio e João, no sítio do Alcione, um paraíso na área rural da cidade de Pinto Bandeira, não precisa de comentários; as imagens darão a ideia.



Costelão no Sìtio do casal de amigos Cesar e Maria Pretto, no aniversário de seu filho, Rafael Pretto. O Rafael é o especialista no Costelão. Nesta noite contamos também com a presença do amigo Vilmar Bettú, e claro, com seus excelentes vinhos.




Este costelão foi proporcionado pelos amigos Barela e Natálio. Será que estava bom? Vejamos.